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	<title>Comentários sobre: Rei Posto, rei morto.</title>
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		<title>Por: ANDRELUCIO RIBEIRO</title>
		<link>http://www.pablocapistrano.com.br/2010/04/01/rei-posto-rei-morto/comment-page-1/#comment-237</link>
		<dc:creator>ANDRELUCIO RIBEIRO</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 18:00:19 +0000</pubDate>
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		<description>muito bom, muito bom, não conhecia essa história...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>muito bom, muito bom, não conhecia essa história&#8230;</p>
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		<title>Por: Pablo Capistrano</title>
		<link>http://www.pablocapistrano.com.br/2010/04/01/rei-posto-rei-morto/comment-page-1/#comment-233</link>
		<dc:creator>Pablo Capistrano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 18:02:59 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Andrelucio, parece que o grande problema é enteder no campo da arte como essa rivalidade e esses combates ocorrem. No esporte é mais facilitado, o problema é que geralmente a gente pensa no artista como uma espécie de santo, que ultrapassa muitas vezes alguns dos sentimentos humanos mais fundamentais como a inveja ou o desejo de vencer.

Lembro que um amigo me falou sobre a chegada dos irmãos Vilas Boas ao Xingu. Eles tentaram ensinar os Indios a jogar futebol mas tiveram dificuldade porque eles não entendiam a dinamica dos times. Todos faziam gols no mesmo canto e quando a bola entrava todo mundo comemorava. O jogo só terminava quando empatava.

Coisas do Brasil, que fizeram o futebol arte.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Andrelucio, parece que o grande problema é enteder no campo da arte como essa rivalidade e esses combates ocorrem. No esporte é mais facilitado, o problema é que geralmente a gente pensa no artista como uma espécie de santo, que ultrapassa muitas vezes alguns dos sentimentos humanos mais fundamentais como a inveja ou o desejo de vencer.</p>
<p>Lembro que um amigo me falou sobre a chegada dos irmãos Vilas Boas ao Xingu. Eles tentaram ensinar os Indios a jogar futebol mas tiveram dificuldade porque eles não entendiam a dinamica dos times. Todos faziam gols no mesmo canto e quando a bola entrava todo mundo comemorava. O jogo só terminava quando empatava.</p>
<p>Coisas do Brasil, que fizeram o futebol arte.</p>
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		<title>Por: ANDRELUCIO RIBEIRO</title>
		<link>http://www.pablocapistrano.com.br/2010/04/01/rei-posto-rei-morto/comment-page-1/#comment-228</link>
		<dc:creator>ANDRELUCIO RIBEIRO</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 21:57:24 +0000</pubDate>
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		<description>Mestre Pablo, o senhor acha que o presente nos leva ao passado nos induzindo a um futuro imprevisível e impossível? Sei que é impossível não comparar o antes com o hoje, ou determinadas épocas do passado com outras épocas do passado...ah, se tivessem colocado mais segurança em Munique não teria o atentado olímpico, ou se tivessem protegido o Papa João Paulo II ele não teria sido baleado. Mas o que eu tento dizer é o seguinte: Na atualidade, auxiliadas pela evolução científica, personalidades ficam mais ricas, muito mais rápido, ficam mais famosas e tem seus atos superdimensionados. As vezes acho que os ìdolos atuais são feitos por prazo determinado, tanto no esporte quanto na música, são sugados até o sumo, depois jogados fora. Frank Sinatra foi Sinatra até o dia final, mas quem é Henrique Iglesias, Rick Martin, Britney...? Pelé, Maradona, Didi, Di Stefano são exaltados até hoje, mas Figo, Owen, Denilson, etc foram ìdolos paliativos. Quando eles surgem comparamos com craques antigos, imaginamos um duelo entre eles, quem foi melhor (mesmo sabendo que a mídia não tinha tanta força). O que eu tento saber é o por que de nós compararmos tanto o antes com o hoje, imaginando um amanhã. Messi é o novo gênio do futebol, faz gol de cabeça e com o pé direito, esquerdo, de falta, driblando. Dribla por onde ninguém mais dribla. Ficamos imaginando se C Ronaldo é melhor ou não. Fazemos uma exigência própria de arranjar um rival, em vez de apreciarmos o belo e talentoso Pulga argentino. As vezes, acho que existem pessoas incomparáveis, que são diferentes e pronto, que são de outro patamar. Acho que no seu texto, maravilhoso por sinal, o senhor relata verdadeiros monstros (cada um na sua qualidade principal). Mas me veio isso agora de me cobrar e saber quando devemos apenas apreciar, e deixar a mania de procurar algum defeito, alguma imperfeição, algum rival. Ou seja, quando é que não existe um rival pra aquilo que vemos, quando devemos apenas degustar de tal talento? Podemos apreciar estilos diferentes, mas a cada 20 anos surge um fenômeno que todos apreciam aquele ùnico estilo, seja na música (Elvis, Beattles, etc)ou no esporte( Pelé/Maradona/Messi, Sampras/Federer). Nesse momento,me pergunto se toda unanimidade é burra, acho que esses caras são a exceção desse ditado. Acho que esses foram reis, mas os que vieram após deles foram sucessores ou eles ainda governam como um título de rei de honra, sei lá? Abração.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mestre Pablo, o senhor acha que o presente nos leva ao passado nos induzindo a um futuro imprevisível e impossível? Sei que é impossível não comparar o antes com o hoje, ou determinadas épocas do passado com outras épocas do passado&#8230;ah, se tivessem colocado mais segurança em Munique não teria o atentado olímpico, ou se tivessem protegido o Papa João Paulo II ele não teria sido baleado. Mas o que eu tento dizer é o seguinte: Na atualidade, auxiliadas pela evolução científica, personalidades ficam mais ricas, muito mais rápido, ficam mais famosas e tem seus atos superdimensionados. As vezes acho que os ìdolos atuais são feitos por prazo determinado, tanto no esporte quanto na música, são sugados até o sumo, depois jogados fora. Frank Sinatra foi Sinatra até o dia final, mas quem é Henrique Iglesias, Rick Martin, Britney&#8230;? Pelé, Maradona, Didi, Di Stefano são exaltados até hoje, mas Figo, Owen, Denilson, etc foram ìdolos paliativos. Quando eles surgem comparamos com craques antigos, imaginamos um duelo entre eles, quem foi melhor (mesmo sabendo que a mídia não tinha tanta força). O que eu tento saber é o por que de nós compararmos tanto o antes com o hoje, imaginando um amanhã. Messi é o novo gênio do futebol, faz gol de cabeça e com o pé direito, esquerdo, de falta, driblando. Dribla por onde ninguém mais dribla. Ficamos imaginando se C Ronaldo é melhor ou não. Fazemos uma exigência própria de arranjar um rival, em vez de apreciarmos o belo e talentoso Pulga argentino. As vezes, acho que existem pessoas incomparáveis, que são diferentes e pronto, que são de outro patamar. Acho que no seu texto, maravilhoso por sinal, o senhor relata verdadeiros monstros (cada um na sua qualidade principal). Mas me veio isso agora de me cobrar e saber quando devemos apenas apreciar, e deixar a mania de procurar algum defeito, alguma imperfeição, algum rival. Ou seja, quando é que não existe um rival pra aquilo que vemos, quando devemos apenas degustar de tal talento? Podemos apreciar estilos diferentes, mas a cada 20 anos surge um fenômeno que todos apreciam aquele ùnico estilo, seja na música (Elvis, Beattles, etc)ou no esporte( Pelé/Maradona/Messi, Sampras/Federer). Nesse momento,me pergunto se toda unanimidade é burra, acho que esses caras são a exceção desse ditado. Acho que esses foram reis, mas os que vieram após deles foram sucessores ou eles ainda governam como um título de rei de honra, sei lá? Abração.</p>
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