<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: No futebol do impossivel.</title>
	<atom:link href="http://www.pablocapistrano.com.br/2010/07/13/no-futebol-do-impossivel/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.pablocapistrano.com.br/2010/07/13/no-futebol-do-impossivel/</link>
	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Jan 2012 13:20:13 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
	<item>
		<title>Por: ANDRELUCIO RIBEIRO</title>
		<link>http://www.pablocapistrano.com.br/2010/07/13/no-futebol-do-impossivel/comment-page-1/#comment-921</link>
		<dc:creator>ANDRELUCIO RIBEIRO</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 21:58:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pablocapistrano.com.br/?p=709#comment-921</guid>
		<description>Sim, professor! Eles em vez de correrem como loucos pra evitar contra-ataques, eles pressionavam desde o campo de ataque, em especial o lado que estava com a bola. Explico melhor: Qdo a Alemanha roubava a bola e tentava armar um contra golpe, os jogadores espanhóiis que estivessem mais próximos do alemão com a bola, mesmo no campo de ataque, se agrupavam rapidamente. Eles cercavam o detentor da bola, fazendo com que não houvesse chance dele progredir, e não faziam faltas. Além disso, eles sabiam, pois estudavam, qual o adversário que era mais fácil de pressionar e roubar a bola, assim eles poupavam um trabalho defensivo, pois atuavam defensivamente no campo de ataque. Com tudo isso, se mantinham ofensivamente, dominavam a posse da jabulani, e sufocavam o adversário. Detalhe: Qdo os adversários iam cobrar um tiro de meta, havia uma troca no meio campo, apenas temporária. Sergio Ramos fechava pra o meio, pra ganhar a bola aérea, e Pique se adiantava, pois assim era mais fácil ganhar a chamada segunda bola. Pique é alto, vem de trás, ganhando impulso, e esse trabalho era feito do outro lado com Puyol e Capdevilla. Com isso, Xavi e Iniesta não precisavam disputar a segunda bola, pois nunca ganhariam e só iriam se desgastar. Se Torres estivesse bem, Ou Messi fosse espanhol, e o lateral esquerdo da Espanha fosse Marcelo(Real Madrid) tinha sido um chocolate muito grande, muito mesmo. 

Outro detalhe: As cobranças de escanteios nunca eram fechadas, o time era baixo, portanto cruzar na marca do penalte era mais prudente, até pq se houvesse um corte, o rebote era sempre espanhol, já que colocava apenas os 04 altos na área, e o resto ficava com o rebote, quase sempre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, professor! Eles em vez de correrem como loucos pra evitar contra-ataques, eles pressionavam desde o campo de ataque, em especial o lado que estava com a bola. Explico melhor: Qdo a Alemanha roubava a bola e tentava armar um contra golpe, os jogadores espanhóiis que estivessem mais próximos do alemão com a bola, mesmo no campo de ataque, se agrupavam rapidamente. Eles cercavam o detentor da bola, fazendo com que não houvesse chance dele progredir, e não faziam faltas. Além disso, eles sabiam, pois estudavam, qual o adversário que era mais fácil de pressionar e roubar a bola, assim eles poupavam um trabalho defensivo, pois atuavam defensivamente no campo de ataque. Com tudo isso, se mantinham ofensivamente, dominavam a posse da jabulani, e sufocavam o adversário. Detalhe: Qdo os adversários iam cobrar um tiro de meta, havia uma troca no meio campo, apenas temporária. Sergio Ramos fechava pra o meio, pra ganhar a bola aérea, e Pique se adiantava, pois assim era mais fácil ganhar a chamada segunda bola. Pique é alto, vem de trás, ganhando impulso, e esse trabalho era feito do outro lado com Puyol e Capdevilla. Com isso, Xavi e Iniesta não precisavam disputar a segunda bola, pois nunca ganhariam e só iriam se desgastar. Se Torres estivesse bem, Ou Messi fosse espanhol, e o lateral esquerdo da Espanha fosse Marcelo(Real Madrid) tinha sido um chocolate muito grande, muito mesmo. </p>
<p>Outro detalhe: As cobranças de escanteios nunca eram fechadas, o time era baixo, portanto cruzar na marca do penalte era mais prudente, até pq se houvesse um corte, o rebote era sempre espanhol, já que colocava apenas os 04 altos na área, e o resto ficava com o rebote, quase sempre.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pablo Capistrano</title>
		<link>http://www.pablocapistrano.com.br/2010/07/13/no-futebol-do-impossivel/comment-page-1/#comment-912</link>
		<dc:creator>Pablo Capistrano</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 22:41:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pablocapistrano.com.br/?p=709#comment-912</guid>
		<description>Pois é Andrelucio, não sei se voc~e prestou atenção mas na final da copa houve um lançe que Iniesta se esgueirou por debaixo do braço de dois monstrengos holandeses, acho que a jogada não deu em nada mas valeu a pena ver que não se trata de força física e que a habilidade ainda pode ser a pova dos nove. 
esperteza, habilidade e talento sempre foram para nós brasileiros baixinhos um sinal de virtude no mundo do futebol.

Em relação a questão da defesa e do ataque gosto de pensar como Socrates (o jogador, não o filósofo, eh eh eh) um time para ser campeão precisa defender como um time pequeno e atacar como um time grande (não sei se foi o Sócrates que disse isso mas é legal pra caramba).

esse equilibrio a Espanha tinha, não sei se você lembra do jogo contra a Alemanha, como a equipe da Espanha se rearrumava em campo para defender-se dos ataques alemães, uma aula...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é Andrelucio, não sei se voc~e prestou atenção mas na final da copa houve um lançe que Iniesta se esgueirou por debaixo do braço de dois monstrengos holandeses, acho que a jogada não deu em nada mas valeu a pena ver que não se trata de força física e que a habilidade ainda pode ser a pova dos nove.<br />
esperteza, habilidade e talento sempre foram para nós brasileiros baixinhos um sinal de virtude no mundo do futebol.</p>
<p>Em relação a questão da defesa e do ataque gosto de pensar como Socrates (o jogador, não o filósofo, eh eh eh) um time para ser campeão precisa defender como um time pequeno e atacar como um time grande (não sei se foi o Sócrates que disse isso mas é legal pra caramba).</p>
<p>esse equilibrio a Espanha tinha, não sei se você lembra do jogo contra a Alemanha, como a equipe da Espanha se rearrumava em campo para defender-se dos ataques alemães, uma aula&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ANDRELUCIO RIBEIRO</title>
		<link>http://www.pablocapistrano.com.br/2010/07/13/no-futebol-do-impossivel/comment-page-1/#comment-873</link>
		<dc:creator>ANDRELUCIO RIBEIRO</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 13:13:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pablocapistrano.com.br/?p=709#comment-873</guid>
		<description>Ah, nada contra jogador alto, pelo amor de Deus! Apenas cito que a história mostra que os atletas baixinhos conseguem ser tão habilidosos quanto rápidos,completos; Maradona, Zico, Messi, Rivellino, Romário, Aguero, Xavi, Iniesta. Além disso, no nosso país a média de altura não é tão alta, apesar de ter crescido bastante. Dessa forma, como buscar numa minoria a matéria prima ideal? Acho que é mais fácil trabalhar bem na base, identificar quem tem talento(eventualmente pela proporção da população, os mais baixos aparecerão). O que acho errado é vç preterir um talentoso por ser baixo e preferir um alto, esquecendo o talento e visando um lucro capital, mas uma imensa perda da essência nossa. 
É como se o poeta abandonasse sua visão, sensibilidade, opinião e reclusão periódica...e quisesse escrever apenas quando o pagassem, apenas por fim lucrativo, ele perderia a alma, e seria um combatente de si mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, nada contra jogador alto, pelo amor de Deus! Apenas cito que a história mostra que os atletas baixinhos conseguem ser tão habilidosos quanto rápidos,completos; Maradona, Zico, Messi, Rivellino, Romário, Aguero, Xavi, Iniesta. Além disso, no nosso país a média de altura não é tão alta, apesar de ter crescido bastante. Dessa forma, como buscar numa minoria a matéria prima ideal? Acho que é mais fácil trabalhar bem na base, identificar quem tem talento(eventualmente pela proporção da população, os mais baixos aparecerão). O que acho errado é vç preterir um talentoso por ser baixo e preferir um alto, esquecendo o talento e visando um lucro capital, mas uma imensa perda da essência nossa.<br />
É como se o poeta abandonasse sua visão, sensibilidade, opinião e reclusão periódica&#8230;e quisesse escrever apenas quando o pagassem, apenas por fim lucrativo, ele perderia a alma, e seria um combatente de si mesmo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ANDRELUCIO RIBEIRO</title>
		<link>http://www.pablocapistrano.com.br/2010/07/13/no-futebol-do-impossivel/comment-page-1/#comment-872</link>
		<dc:creator>ANDRELUCIO RIBEIRO</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 13:00:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pablocapistrano.com.br/?p=709#comment-872</guid>
		<description>Olá, Pablo! lembro que certa vez conversamos sobre o esquema tático atual, inclusive foi neste site. Aí, eu dei uma sugestão sobre o futebol do futuro, e citei o Barcelona, que não chega a perder 06 jogos numa temporada completa. Além disso, o Barça domina seus adversários jogando em casa ou fora dela. E o senhor disse que realmente seria um desafio grande que os treinadores teriam em implantar este tipo de jogo. Sim, é verdade, até porque não há tantos times com capacidade de ter tantos talentos juntos, dizem os que gostam superficialmente do futebol. Mas a Espanha aproveitou as características de seus atuais jogadores e não inventou, usou o que tinha de melhor (E olha que Torres estava mal, vinha de contusão). O novo treinador da Inter de Milão, disse que vai utilizar um modo de jogar parecido como o do Barça, pois entende que possui atletas pra tal...já é um bom começo sobre nossa teoria, hein?
Na Inglaterra, Arsene Wenger(melhor treinador françês) já faz o Arsenal jogar ofensivamente, talvez por isso ele não obtenha o campeonato há anos, dizem os críticos ingleses. Sempre haverá um lado que prefere o título sêco( como Marwick ), e sempre haverá aqueles que preferem a arte, a poesia de um atleta de futebol. Sobre as equipes não possuírem tantos craques pra jogarem como o Barça, é fácil responder a isso; &quot; Trabalhar forte nas divisões de base. Iniesta, Xavi,Piqué, Puyol, Messi, Pedro, Bojan, Busquets,Valdez, todos foram produzidos no clube catalão. O Santo André, que disputou o paulistão 2010, é um forte exemplo de talento e trabalho garimpeiro. Há alguns anos, o Santo André foi campeão brasileiro e fez um bom brasileirão B. Alguns foram jogar em clubes grandes, Richarlysson no São Paulo, e Willians no Fla, conquistaram o brasileirão como titulares e representam duas equipes vencedoras do Santo André. Este ano, Bruno Cezar parece ser o melhor, o mais articulador da equipe do Abc, que vai brigar num time grande; o Corinthians. 
Citei este exemplo, pq o Santo André não tem mais dinheiro e recursos do que o Palmeiras, Flamengo, Atléticos, e mesmo assim vem ao londo dos ultimos 06 anos produzindo exemplos, não seguidos no nosso futebol. Qual o melhor jogo do ano? Para mim, os jogos entre Santos e Santo André, onde o futebol prevaleceu, onde observamos jovens imitarem lances de Rivelino, de Tostão, de Mané. Para que o futebol seja resgatado, na forma do talento que nos fez sentir amor por ele, é necessário que a figura do treinador seja minimizada no espetáculo. Rubens Minelli, Telê, Ênio Andrade e Cilinho, se tornaram ícones porque criavam talentos, porque investiam nos atletas ensinando-os o &quot;beabá&quot;(entendam fundamentos e a vida como é curta no esporte). Os treinadores de hoje são metidos, gostam de falar em Nó tático...o que é isso? Se os atletas não decidirem em campo, não é o treinador que decidirá, a importância dele é pedagógica na semana, e para isso precisa mostrar aos atletas que conhece,que sabe produzir. A imprensa tem muita culpa nessa hipervalorização do treinador do Brasil. O próprio Felipão, endeusado pelo penta, cometeu crimes ao futebol naquela convocação. Ele poderia levar três talentosos meias e abandonou dois pra levar o mais fraco dos três, Djalminha e Alex ficaram de fora, preteridos por Ricardinho. Juninho Pernambucano nem passou perto, Juan foi esquecido pra que outros cinco zagueiros fossem levados, Polga o substituiu. A imprensa criou estilos de treinadores, caras machões, mal educados, bairristas. Os dois ùltimos excelentes times do Vasco eram repletos de baixinhos, em 97 tinha Felipe (que tinha tanto talento quanto Messi, sabiamos o lado que ele driblaria e mesmo assim driblava, era técnico e dominava os fundamentos todos, faltou cabeça), tinha Pedrinho, Maricá, edmundo, e ainda Mauricinho no banco. Em 2000, o Vasco tinha Romário,Euller, Juninho Paulista, como expoentes. Cito isto pq a Espanha é repleta de jogadores baixinhos, característica ue os treinadores brasileiros passaram a excluir dos seus times, inclusive nas divisões de base, pois visam atletas altos e fortes(mesmo sem talento brasileiro) para uma futura negociação. Tudo isso a imprensa deixa passar despercebido, deveria aproveitar o time da Espanha pra tentar puxar a orelha do meio futebolístico, são oportunidades raras que a sensibilidade da imprensa deveria aflorar e aproveitar, seria um não aos treinadores estúpidos, ao dirigentes hipócritas e ao anti-romantismo. É a minha opinião, foi extensa, me desculpe, mas foi a oportunidade que tive para externar aquilo que sinto, que vejo, e corroboro com o senhor sobre a falta de magia no nosso esporte preferido, lembrando que basta colocar emoção e o jogo fica inesquecível, quem vai esquecer do gol dos Eua na ultima rodada da 1a fase, aos 47 minutos do segundo tempo? Eles fizeram aquele gol pq os Deuses do futebol premiaram quem mais evoluiu no esporte, quem mais tem criado um estilo próprio de jogar, onde até os volantes(Bradley, principalmente) sabem jogar com a bola. 
Abraço forte!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Pablo! lembro que certa vez conversamos sobre o esquema tático atual, inclusive foi neste site. Aí, eu dei uma sugestão sobre o futebol do futuro, e citei o Barcelona, que não chega a perder 06 jogos numa temporada completa. Além disso, o Barça domina seus adversários jogando em casa ou fora dela. E o senhor disse que realmente seria um desafio grande que os treinadores teriam em implantar este tipo de jogo. Sim, é verdade, até porque não há tantos times com capacidade de ter tantos talentos juntos, dizem os que gostam superficialmente do futebol. Mas a Espanha aproveitou as características de seus atuais jogadores e não inventou, usou o que tinha de melhor (E olha que Torres estava mal, vinha de contusão). O novo treinador da Inter de Milão, disse que vai utilizar um modo de jogar parecido como o do Barça, pois entende que possui atletas pra tal&#8230;já é um bom começo sobre nossa teoria, hein?<br />
Na Inglaterra, Arsene Wenger(melhor treinador françês) já faz o Arsenal jogar ofensivamente, talvez por isso ele não obtenha o campeonato há anos, dizem os críticos ingleses. Sempre haverá um lado que prefere o título sêco( como Marwick ), e sempre haverá aqueles que preferem a arte, a poesia de um atleta de futebol. Sobre as equipes não possuírem tantos craques pra jogarem como o Barça, é fácil responder a isso; &#8221; Trabalhar forte nas divisões de base. Iniesta, Xavi,Piqué, Puyol, Messi, Pedro, Bojan, Busquets,Valdez, todos foram produzidos no clube catalão. O Santo André, que disputou o paulistão 2010, é um forte exemplo de talento e trabalho garimpeiro. Há alguns anos, o Santo André foi campeão brasileiro e fez um bom brasileirão B. Alguns foram jogar em clubes grandes, Richarlysson no São Paulo, e Willians no Fla, conquistaram o brasileirão como titulares e representam duas equipes vencedoras do Santo André. Este ano, Bruno Cezar parece ser o melhor, o mais articulador da equipe do Abc, que vai brigar num time grande; o Corinthians.<br />
Citei este exemplo, pq o Santo André não tem mais dinheiro e recursos do que o Palmeiras, Flamengo, Atléticos, e mesmo assim vem ao londo dos ultimos 06 anos produzindo exemplos, não seguidos no nosso futebol. Qual o melhor jogo do ano? Para mim, os jogos entre Santos e Santo André, onde o futebol prevaleceu, onde observamos jovens imitarem lances de Rivelino, de Tostão, de Mané. Para que o futebol seja resgatado, na forma do talento que nos fez sentir amor por ele, é necessário que a figura do treinador seja minimizada no espetáculo. Rubens Minelli, Telê, Ênio Andrade e Cilinho, se tornaram ícones porque criavam talentos, porque investiam nos atletas ensinando-os o &#8220;beabá&#8221;(entendam fundamentos e a vida como é curta no esporte). Os treinadores de hoje são metidos, gostam de falar em Nó tático&#8230;o que é isso? Se os atletas não decidirem em campo, não é o treinador que decidirá, a importância dele é pedagógica na semana, e para isso precisa mostrar aos atletas que conhece,que sabe produzir. A imprensa tem muita culpa nessa hipervalorização do treinador do Brasil. O próprio Felipão, endeusado pelo penta, cometeu crimes ao futebol naquela convocação. Ele poderia levar três talentosos meias e abandonou dois pra levar o mais fraco dos três, Djalminha e Alex ficaram de fora, preteridos por Ricardinho. Juninho Pernambucano nem passou perto, Juan foi esquecido pra que outros cinco zagueiros fossem levados, Polga o substituiu. A imprensa criou estilos de treinadores, caras machões, mal educados, bairristas. Os dois ùltimos excelentes times do Vasco eram repletos de baixinhos, em 97 tinha Felipe (que tinha tanto talento quanto Messi, sabiamos o lado que ele driblaria e mesmo assim driblava, era técnico e dominava os fundamentos todos, faltou cabeça), tinha Pedrinho, Maricá, edmundo, e ainda Mauricinho no banco. Em 2000, o Vasco tinha Romário,Euller, Juninho Paulista, como expoentes. Cito isto pq a Espanha é repleta de jogadores baixinhos, característica ue os treinadores brasileiros passaram a excluir dos seus times, inclusive nas divisões de base, pois visam atletas altos e fortes(mesmo sem talento brasileiro) para uma futura negociação. Tudo isso a imprensa deixa passar despercebido, deveria aproveitar o time da Espanha pra tentar puxar a orelha do meio futebolístico, são oportunidades raras que a sensibilidade da imprensa deveria aflorar e aproveitar, seria um não aos treinadores estúpidos, ao dirigentes hipócritas e ao anti-romantismo. É a minha opinião, foi extensa, me desculpe, mas foi a oportunidade que tive para externar aquilo que sinto, que vejo, e corroboro com o senhor sobre a falta de magia no nosso esporte preferido, lembrando que basta colocar emoção e o jogo fica inesquecível, quem vai esquecer do gol dos Eua na ultima rodada da 1a fase, aos 47 minutos do segundo tempo? Eles fizeram aquele gol pq os Deuses do futebol premiaram quem mais evoluiu no esporte, quem mais tem criado um estilo próprio de jogar, onde até os volantes(Bradley, principalmente) sabem jogar com a bola.<br />
Abraço forte!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

