• Camarada Bakunin

          Não é fácil para um professor que dá aulas de filosofia política, viver numa época em que uma parte significativa dos jovens se informa por vídeos no […]

    Leia mais
  • A Bandeira Negra

          Em Hamburgo eles são classificados como membros da esquerda radical. Em Caracas, agentes do imperialismo norte americano. No Rio de Janeiro, vândalos que queimam lixeiras e depredam […]

    Leia mais
  • Marx, o Mouro incontornável

        Outro dia recebi em um desses grupos de Wats App um “textão” sobre Marx. Como a grande maioria das pérolas que circulam na rede, o texto trazia um […]

    Leia mais
  • Erre de novo, erre melhor

      Em 1784, Jacques-Louis David apresentou ao público francês seu quadro: O Julgamento dos Horácios. A pitura retrata um episódio da peça Horácio, de Corneille, e mostra três heróis romanos […]

    Leia mais
  • Onde se enterram os heróis

        Entre os anos de 1796 e 1797, quando reinos de toda a Europa se reuniram em um consorcio conservador para matar a revolução que eclodiu na França em […]

    Leia mais

01 out

Nietzsche

  • Pablo Capistrano
  • 01 de outubro de 2017, as 6h06
Astor, Dorian. Nietzsche. Tradução de Gustavo de Azambuja Feix. Porto Alegre: L&PM, 2011

Astor, Dorian. Nietzsche. Tradução de Gustavo de Azambuja Feix. Porto Alegre: L&PM, 2011 

 

 

ASTOR, Dorian. Nietzsche. Tradução de Gustavo de Azambuja Feix. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2011.

 

Segunda biografia de Nietzsche que eu leio. Não é tão aprofundada quanto a de Rüdigger Safranski; nem também articula de modo tão próximo os aspectos filosóficos às passagens da vida de Nietzsche, mas tem o mérito de não ser uma daquelas biografias laudatórias que enchem a paciência com uma idealização meio abobalhada do biografado. E olhe que depois que a irmã de Nietzsche assumiu o controle da obra póstuma do filosofo ela mesma se meteu a fazer uma biografia desse tipo que parece ter colonizado os textos sobre Nietzsche no começo do século passado, até que a grande disputa pela sua herança filosófica começasse pra valer.

 

No mérito a gente sente que o texto é produto de uma leitura cuidadosa de fontes primarias, muito material epistolar e trechos dos fragmentos póstumos de Nietzsche. Além o que tem esse mérito sempre presente de ser da L&PM Pocket, barato, bom de carregar no bolso e fácil de ler em filas de banco ou na parada de ônibus.

 

Vale o preço.

 

 


Deixe seu comentário

2007 ® Pablo Capistrano

dz3