| 28.8.09 |
| Muito além do roquenrol |
![]() Quando os cartazes anunciando que iria haver em uma área rural da cidade de Bethel, próximo a Nova York um "festival aquariano" que prometia três dias de paz e amor, ninguém, nem mesmo os organizadores da parada hippe, imaginaram o que iriam vivenciar. Woodstock foi algo que se posicionou para muito além do rock. Eu não estive lá. Nem era nascido quando a festa começou e isso particularmente é uma das injustiças genealógicas que eu anotei no meu caderninho de reclamações quando for me encontrar com o gerente desse universo. Apesar disso woodstock, para um filho de hippes como eu, é um termo que se aprende a pronunciar ainda na primeira infância junto com Beatles, rolling stones, incenso e calça boca de sino. O fato é que aquele festival não mudou o mundo, isso porque o mundo já muda constantemente e eventos desse tipo são a expressão e não a causa dessas mudanças que trituram as velhas formas de viver, revitalizam antigos padrões e criam novos modelos de comportamento. Em termos de rock muito pouca coisa foi acrescentada ao mundo depois de woodstock. Aliás, o rock, para mim, é uma expressão musical típica dos anos sessenta. Se você parar para pensar todas as grandes linhagens musicais de rock nascem naqueles anos. O psicodélico (com Frank Zappa, Beatles e Pink Floyd), o metal (Black Sabath), hard rock (Led Zeppelin), progressivo (Yes) e até o punk (Velvet Underground, Stogges, MC5) foram definidos durante aquele tempo louco. Os caminhos do rock já estavam postos quando woodstock despontou e o rock é essencialmente uma música que se repete. Ao contrario do Jazz, que se desenvolveu em um conceito, digamos, hegeliano de história (perdoem o filosofema) no qual um mestre buscava superar o outro fazendo a música mudar radicalmente até se esgotar, todas as grandes tendências do rock foram postas de uma vez só. Espalhadas na superfície do planeta, como se o balde do aguadeiro (ícone do signo de aquário) tivesse derramado todo seu conteúdo estético simultaneamente nos ouvidos da humanidade. Lógico! Eu não estou dizendo que nada de "bom" surgiu após woodstock. Dizer isso não seria apenas bobagem, mas uma injustiça com uma quantidade não menos significativa de bandas que apareceram depois. O que é interessante sobre o tempo de woodstock, é que não surgiu nada de novo em termos de rock, ou seja, as tendências já estavam postas, as linhas já haviam sido definidas e precisaram apenas ser levemente ajustadas e misturadas posteriormente. Talvez por isso exista algo de definitivo naquele festival. Algo de inaugural e, ao mesmo tempo, algo que encerra um tempo de começo. Na vida é assim, um ponto de culminância sempre vem acompanhado por uma descida brusca. Talvez, nesse tempo de internet o festival seja entendido como uma intensa expressão de uma revolução que despontava naquele horizonte. Quem entende de astrologia costuma a identificar o signo de aquário com uma espécie de força coletiva que atua em rede, unindo partes diferentes em uma teia sem um centro definido de poder. A Internet, nesse sentido, é uma ferramenta profundamente aquariana, e o festival de woodstock que é quase contemporâneo das primeiras transmissões de pacotes de informação entre computadores por rede telefônica. Curiosamente o festival talvez tenha sido a primeira manifestação de uma comunicação em rede (apesar de não ter sido programado na internet) da história. A força espontânea e anárquica, quase caótica e ao mesmo tempo harmonizada de uma massa que se reúne de modo aleatório e imprevisível é bem o sinal de nossos tempos de tsumani digital. Nunca mais haverá um outro woodstock, mas os desdobramentos daquele tempo, entre o sonho e o pesadelo, ainda estão reverberando por aí, em cada blog, twitter ou qualquer outra novidade que o mundo dos filhos de woodstock possam inventar. |
| por pablocapistrano [17:40] |
| 24.8.09 |
| Socorro verdão! |
| Depois da goleada sofrida pelo mecão na partida contra o Ceará e da situação pré-falimentar do ABC, só o Alecrim nos salvará! a reflexão sobre a situação sombria do futebol nordestino nessa era pré-copa ecoou no editorial do Jornal do Comércio de Recife no dia 20 de Agosto. O Fábio Lucas manda para mim o Editorial e eu publico por aqui. Cenário Somnbrio publicado em 20 de Agosto de 2009 A situação vexatória por que passam, neste instante, os quatro principais clubes de futebol de Pernambuco, suscitam pausa para reflexão diante de um cenário sombrio: a perspectiva de falência generalizada do futebol nordestino nos anos que antecedem a Copa de 2014. A tradição clubística e a opinião dos torcedores, heranças da época romântica do futebol, podem tender a minimizar o quadro atual. No entanto, os resultados não mentem: as dificuldades que nossos times têm encontrado dentro das quatro linhas refletem, na maior parte dos casos, equívocos advindos da má gestão que se observa do lado de fora. A triste verdade nos gramados enche a torcida de descrença. A repetição enfada. No eterno retorno à zona de rebaixamento, tem uma hora que a paixão se transforma em raiva, ou afasta os apaixonados mais sensíveis, de nervos à flor da pele. São sempre as mesmas desculpas, explicações, ponderações, convocações, os mesmos pedidos de paciência. São sempre também os mesmos erros. A cada ano percorrem-se roteiros previsíveis de desempenho de equipes sem conjunto, sem tática, sem técnica, sem craques, sem defesa, meio campo e ataque. Mas os locutores e comentaristas não se cansam de dizer a obviedade - que o futebol é uma caixinha de surpresas? De fato, o futebol é um jogo, e como jogo, está entregue parcialmente ao acaso. Mas o futebol é um esporte. Como outros, um esporte que evoluiu, cresceu e se profissionalizou tanto no Brasil quanto no resto do mundo. Basta olhar os exorbitantes salários pagos na série A em nosso país, ou pelos times medianos na Europa. O futebol não é um jogo de azar e sorte. Para muitos - para quase todos, exceto as torcidas - trata-se de um negócio, um investimento de risco, com altas cifras envolvidas, do televisionamento à propaganda, incluindo a premiação em dinheiro aos campeões. Com a Copa de 2014 no horizonte, a expectativa é que o futebol brasileiro enterre o amadorismo e a cartolagem que dominaram os gramados no século passado, entrando de vez no século 21. Nesse cenário, os times nordestinos deverão passar por sérios obstáculos para ganhar projeção nacional. Em 2009, temos três nordestinos na série A, e seis na série B. Se já é pouco, esse número pode chegar a zero nos próximos anos, o que poderá ser visto com tristeza, porém não será, infelizmente, nenhuma surpresa. Experiências pontuais como as do Vitória de hoje, e do Sport, do ano passado, precisam urgentemente ser fortalecidas e multiplicadas, sob pena de assistirmos a queda rápida de escudos tradicionais da região, a exemplo do Santa Cruz, que lutou para subir para a série C e não conseguiu. O Central de Caruaru corre o risco de não ir adiante na quarta divisão nacional. Em Pernambuco, na Bahia, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, em Alagoas e no Ceará, a crise não é recente. Mas pode ser pior. Não por acaso, o futuro presidente da Federação Cearense de Futebol (FCF), Mauro Carmélio, foi eleito pregando um choque de gestão no Estado, tendo por modelo a Federação Goiana. Aliás, é graças a uma boa gestão que o Goiás tem figurado entre os principais times do País. Merece destaque a experiência posta em prática no Clube Náutico Capibaribe, quando a necessidade impera: o sistema presidencialista de gerir o clube é substituído por um colegiado de amplo espectro, em cuja formação se deposita a esperança por dias melhores. Funcionou uma vez, e parece estar funcionando novamente, no esboço de uma reação comandada, em campo, pelo técnico Geninho. A Copa de 2014 se aproxima, fazendo com que o marketing ganhe corpo nessa nova fase. Mas só pode se vender bem o clube que faz o dever de casa: administração transparente, competência gerencial, participação ativa dos sócios, formação de jogadores, contratações bem-sucedidas, infraestrutura de treinamento, manutenção ou ampliação patrimonial. Se o clube for gerido a partir de uma caixa-preta, da caixinha que é cada partida não virão glórias imprevistas. Pois na era do esporte competitivo e do atleta de alta performance, não há mágica nem milagre. |
| por pablocapistrano [08:40] |
| 18.8.09 |
| A Valsa da Memória |
![]() No dia 14 de Setembro de 1982 Bashir Gemayel, recém eleito presidente do Líbano foi assassinado depois de uma explosão de um carro bomba no distrito cristão de Beirute. Na mesma época, Ari Folman, cineasta israelense, então com 19 anos estava em algum lugar nos arredores dos campos de refugiados palestinos de Sabra e Chatila. Algum lugar que sua memória, anos depois, não lhe permitia acessar. A história dos massacres nos campos de refugiados palestinos, realizados pelas milícias cristãs, da Falange, um partido político fundado por Pierre Gemayel (pai do jovem presidente de 35 anos assassinado naquele 14 de Setembro), se mistura, no filme Valsa com Bashir (também disponível em forma de Graphic Novel) com a história particular de Folman, que busca recompor suas lembranças daquela guerra. Seguindo a mesma tradição de Maus (HQ de Art Spigelmann), ou de Persepólis de Mariane Sartrapi, o trabalho de animação de Folman, com direção de arte de David Polonsky, toca em um ponto profundamente judaico: a tentativa de recuperar e manter a memória. Desde a época da grande diáspora, resultante da segunda rebelião judaica contra o império romano (conhecida como revolta de Bar Kokhba) em 132 dC, que os judeus do mundo todo exercitam sua memória coletiva como forma de sobrevivência de sua identidade partilhada. Lembrar, nessas condições, é um sinal de sobrevivência, e após a dispersão do povo judaico, a unidade da nação de Israel se manteve através dos anos pelo exercício constante e disciplinado da memória. Um entrelaçamento que unia as lembranças pessoais de cada um à uma teia comum, que se fundia com os acontecimentos históricos do próprio povo judeu. O exílio geográfico causado pela destruição do segundo templo, produziu um longo exercício de fortalecimento da consciência histórica, que teve reverberações na poesia e na literatura judaicas, bem como na obra de grandes pensadores judeus como Marx ou Freud. O trabalho de Folman aponta para uma tentativa de manter esse vínculo e fortalecer essa viga de sustentação de identidade em tempos de guerra e de horror. Ao contar o esforço em recuperar as lembranças dos dias em que, sob a conivência criminosa do exército de Israel, as milícias cristãs libanesas invadiram os campos de refugiados palestinos em Sabra e Chatila e massacraram um número não consensual de homens, mulheres, velhos e crianças, Folman aponta para uma tendência que cada dia mais se fortalece entre setores da intelectualidade israelense, que é o de reconstruir a história de seu próprio povo e de seu próprio país a partir de uma visão menos tendenciosa dos acontecimentos mais sangrentos dos conflitos na terra santa. O trauma de Folman em relação à guerra do Líbano é equivalente ao trauma da própria nação Israelense que teria "apagado" da sua memória coletiva a ligação com os massacres de 1982. Fulminado por uma culpa, semelhante a que alguns alemães tem em relação ao regime nazista, Folman não consegue lembrar onde estava quando os palestinos foram massacrados pelos cristãos maronitas. Para muito além de leituras simplistas e ideologizadas, a narrativa em forma de quadrinhos (a que eu li, porque o filme eu ainda não tive oportunidade de ver) não busca demonizar nem canonizar ninguém, porque em uma guerra, as noções mais fundamentais de moralidade, de bem e de mal, são descartadas sem nenhum tipo particular de cerimônia. Se em outro quadrinho referencial dessa nova geração de prosadores gráficos, (Palestina, de Joe Sacco) os conflitos no oriente médio são lidos a partir de um enfoque dos palestinos, Valsa com Bashir aponta para uma corajosa revisão da própria história recente de Israel, a partir de uma obsessão judaica: a busca incessante pela memória. Se em outros tempos, essa busca era a forma do povo judeu enfrentar seu exílio, hoje, na leitura de Folman, é o único modo honesto de lidar com suas próprias responsabilidades e entender seus próprios fantasmas. |
| por pablocapistrano [17:21] |
| 11.8.09 |
| As duas forças |
![]() Rumi - "o pior dos santos é o que visita os príncipes, e o melhor dos príncipes é aquele que visita os sábios". Diz uma piada que um dia Deus e o diabo estavam andando por um caminho. De repente, Deus pára, se abaixa e pega no chão um pedaço de papel com algo escrito. O diabo pergunta; "O que é isso?". Deus, subitamente responde: "A verdade". O diabo sorri, retira o papel da mão de Deus e diz: "ótimo! Pode deixar que eu organizo ela para você". Gershon Scholem, um dos mais importantes estudiosos de misticismo judaico, apontava que a religião se configurava como um local de confronto entre duas forças antagônicas. De um lado a pulsão espontânea e subversiva da experiência mística, de um outro a força reguladora da doutrina. Quando se fala de islamismo, apenas um desses dois aspectos aparece na mídia. Desde que a revolução iraniana em 1979, ressuscitou a Xariá (a famosa "lei islâmica"), o aspecto doutrinário, normativo e mais radicalmente conservador da religião de Maomé, passou a dominar nosso pequeno universo telejornalistico. Mas pouca gente sabe o que é a Xariá ou que, por exemplo, ela não é aplicada em todos os paises mulçumanos e que boa parte dos conflitos que tomam conta do oriente médio tem a ver com o embate entre essa antiga linha doutrinária e as legislações de países como a Turquia, que tem influência de códigos ocidentais. A Xariá se baseia em um conjunto de textos que foram escritos após a morte do profeta Maomé e o significado do seu termo em árabe é: "caminho que conduz à água". Para quem vive no deserto, essa expressão denota algo muito importante. A idéia é a de que o consenso sobressai sobre a interpretação e isso se justifica por uma frase atribuída a Maomé que teria dito: "minha comunidade nunca consentirá em erro". Esse tipo de noção enrijeceu a interpretação do Corão (o livro sagrado dos mulçumanos) e forneceu a base de muitos dos dogmas que hoje são aplicados em forma de lei em alguns paises orientais. A Xariá nasceu da mistura de alguns versos do Corão que tinham conteúdo jurídico com partes do velho direito consuetudinário das tribos árabes do deserto e com a idéia de que não se poderia questionar uma interpretação consensual. Quem discordasse do consenso dos sábios, incorreria em heresia. Essa é a força mais conhecida, entre nós, ocidentais e simpatizantes, da religião islâmica. Uma segunda força, menos popular, mais igualmente importante na composição do imaginário religioso dos povos do oriente médio é o sufismo. Esse movimento, fortemente místico e subversivo, nasce quando árabes mulçumanos tem contato com tradições místicas cristãs e passam a entender que o Corão pode ser reduzido a uma única e inexpugnável idéia: a que todo mulçumano deveria viver a vida como se sempre estivesse na presença de Deus. Aquele amor místico que aparece nas escrituras cristãs através da palavra ágape e que Renato Russo transformou em canção no disco As Quatro Estações, produziu uma longa linhagem de mulçumanos que punham as prescrições da lei islâmica em segundo plano e fundamentavam sua religiosidade na experiência particular, pessoal, íntima e direta de Deus, sem subterfúgios ou intermediários nem referência a autoridade institucional ou jurídica. Rabia, uma mulher santa do sufismo, apontava como Paulo apontou nas escrituras cristãs, "o amor de Deus me absorveu até o ponto em que em meu coração não resta amor nem ódio a nenhuma outra causa". Esse estado de suspensão da dor e da alegria, da vontade e do desejo, esse vazio fundamental a qual todas as tradições místicas fazem referência, parece estar ligado a uma alteração da consciência cotidiana. A experiência de desarticulação dos nossos sentidos, de suspensão da configuração mental do nosso "software", que põe o programa do mundo para rodar em nosso cérebro e que cria a nossa matrix (você já viu o filme, não é?) não se submete aos aspectos mais rígidos e normativos da autoridade construída pela Xariá. Por isso o movimento sufi gerou conflitos institucionais profundos com os senhores da doutrina e da moral islâmica. O mais significativo desses mestres sufis foi o poeta Persa Mawlana Jahal al-Din Rumi (morto em 1273) que escreveu um longo poema místico intitulado Masnavi (tratado pelos sufis como uma espécie de Corão em língua persa). O panteísmo desconcertante (?todas as coisas são Deus?), a busca de exercícios de controle da respiração, a repetição de frases, a busca de um domínio mental durante os exaustivos rituais coletivos de canto, dança e música, apontam para semelhanças muito íntimas entre as práticas sufis e as técnicas místicas hindus. Rumi era poeta como Maomé foi um dia. Como poeta ele sabia das brechas do discurso, entendia que boa parte daquilo que os homens chamam de "verdade" nada mais é do que uma construção artificial, que muitas vezes serve apenas para sustentar estruturas de poder. Música, dança e poesia são mecanismos muito mais poderosos, na leitura sufi, para encontrar Deus do que as prescrições legais da doutrina. Talvez por isso, aliado a um profundo sentimento de inclusão que toca o humano e abrange todas as raízes e todas as linhagens de pensamento, os poemas de Rumi estejam hoje espalhados por sinagogas, mesquitas, igrejas e museus em cidades como Nova York. O poeta sabe dos acenos da linguagem. Ele conhece o lugar aonde Deus dorme. Ele sabe chegar nesse lugar, que fica bem no centro luminoso do coração dos homens. Versão de um Poema Sufi, traduzido para o inglês por Annemarie Schimmel. Eu morri como um mineral e tornei-me uma planta. Morri como uma planta e me tornei um animal. Morri como um animal e me tornei um homem. Porque eu devo ter medo quando a morte me tocar? Quando fui menos por morrer? Se mais uma vez eu devo morrer como um homem, me elevarei com a benção dos anjos. Mas até por esse estado angelical tenho que atravessar. Tudo perece, menos Deus. Quando eu tiver sacrificado minha alma de anjo me tornarei aquilo que nenhuma mente jamais concebeu Oh deixe-me não existir! Pelo nada proclamado em música voltaremos à Ele "quando estivermos mortos não busque nossa tumba na terra, porque ela vai estar fincada no coração dos homens". |
| por pablocapistrano [10:48] |
| 2.8.09 |
| Festival Literário de Natal |
| Pessoal, a Sicilliano do Natal Shopping promove essa semana de 04 à 08 de agosto, o III festival literário de Natal. Fui convidado para abrir o evento no dia 04 (Terça) às 20:00 falando sobre O Mito do Canalha: comoportamento e sexualidade. quem estiver por Natal e se interessar em prestigiar o evento segue a programação: 04/08 (Terça-feira) 18h - Lançamento Revista O Poder 19h - O Magnífico Daladier da Cunha Lima, Heriberto Bezerra e Ivonildo Rêgo Mediador: Diógenes da Cunha Lima Lançamento: O Magnífico - Uma biografia de Onofre Lopes Diógenes da Cunha Lima 20h - O Mito do Canalha: Comportamento e Sexualidade Fabrício Carpinejar e Pablo Capistrano Lançamento: Terceira Sede Fabrício Carpinejar 05/08 (Quarta-feira) 17h - Lançamento Vale Grande José Jorge de Mendonça 18h - Lançamento No Terreno da Fantasia: uma história do PCB nos anos de 1980 Bruno Rebouças e Roberta Maia 19h - Espetáculo Teatral ?Negrinha? Sara Antunes Monólogo 20h - Planejamento Turístico Paulo Gaudenzi, Murilo Felinto e Dr. Jussier Santos Mediador: Jurema Márcia Dantas Lançamento: Planejamento & Experiências: turismo na Bahia Paulo Gaudenzi 06/08 (Quinta-feira) 17h - Lançamento Quem é Daniel Radcliffe Clara Radcliffe 18h - Cangaço: No rastro da História Ilsa Fernandes e Rostand Medeiros Mediador: José Correia Torres Neto 19h - Sarau Potiguar: Auta de Souza: a Noiva do Verso Diva Cunha e Noilde Ramalho Mediadora: Ana Laudelina 20h - A morte de Euclides da Cunha Palestrante: Luíza Nagib Eluf Lançamento: Matar ou Morrer - O caso Euclides da Cunha Luíza Nagib Eluf 07/08 (Sexta-feira) 17h - Lançamento Ensaio Poético Ângela Rodrigues 18h - Sarau Potiguar: Zé Saldanha: o cavaleiro medieval errante Zé Saldanha e José Acaci Mediador: Gutenberg Costa 19h - Gêmeas: não se separa o que a vida juntou Palestrante: Mônica de Castro 20h - Bate-Bola Marinho Chagas, Marcos Eduardo Neves e André Plihal Mediador: Augusto César Gomes 08/08 (sábado) 17h - Lançamento O menino sorriso e a bicicleta liberdade Flor Atirupa *dramatização com teatro de bonecos 18h - Grandes Pequeninos Pocket Show com Jair Oliveira e Thania Khalil 19h - Jornalismo Literário e Biografias Carlos Marcelo e Arnaldo Bloch Mediador: Vicente Serejo Lançamento: Renato Russo - O filho da Revolução Carlos Marcelo Lançamento: Os Irmãos Karamabloch Arnaldo Bloch |
| por pablocapistrano [07:16] |