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	<title>Pablo Capistrano ////////////// &#187; Poesia e Pensamento</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>Inoco</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 23:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Capistrano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia e Pensamento]]></category>

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		<description><![CDATA[ aquilo que não tem dentro dissolve o espaço surrupia o tempo  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> aquilo que não tem dentro</p>
<p style="text-align: center;">dissolve o espaço</p>
<p style="text-align: center;">surrupia o tempo</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-717" href="http://www.pablocapistrano.com.br/2010/07/15/inoco/pollock-grande/"><img class="aligncenter size-full wp-image-717" title="pollock grande" src="http://www.pablocapistrano.com.br/wp-content/uploads/2010/07/pollock-grande.jpg" alt="" width="487" height="567" /></a></p>
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		<title>O significado é uma presepada da linguagem.</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 17:54:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Capistrano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia e Pensamento]]></category>

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		<description><![CDATA[I. Significado e forma dividem o mesmo apartamento. O significado é um canto de sereia. Ele nos faz acreditar que o mundo tem regras. Acreditar que o mundo tem regras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>I. Significado e forma dividem o mesmo apartamento.</p>
<p>O significado é um canto de sereia. Ele nos faz acreditar que o mundo tem regras.<br />
Acreditar que o mundo tem regras é lindo e terrível.<br />
Encanta e enlouquece.  </p>
<p>II. Se você não consegue descrever uma coisa é porque ela não cabe em sua linguagem. </p>
<p>O problema não é saber se uma coisa existe ou não, mas saber se é possível ou não descrevê-la.<br />
Descrever é dar forma às coisas. </p>
<p>III. Não usamos frases do mesmo modo que usamos espelhos. Não usamos expressões de lingüísticas para representar algo de exterior à própria linguagem. A minha fala, ou a minha ausência de fala, é que dá ou retira a forma do mundo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poema antigo.</title>
		<link>http://www.pablocapistrano.com.br/2010/06/09/poema-antigo/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 13:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Capistrano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia e Pensamento]]></category>

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		<description><![CDATA[gestar poemas de baixa freqüência pense numa labuta sem futuro. um copo de vinho um charuto um ócio qualquer que ative a eletricidade do cérebro. quando a máquina trava a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>gestar poemas de baixa freqüência</p>
<p>pense</p>
<p>numa labuta sem futuro.</p>
<p>um copo de vinho</p>
<p>um charuto</p>
<p>um ócio qualquer que ative a eletricidade do cérebro.</p>
<p>quando a máquina trava</p>
<p>a vida se esquiva.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ausência de forma</title>
		<link>http://www.pablocapistrano.com.br/2010/06/04/ausencia-de-forma/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 20:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Capistrano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia e Pensamento]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Deus mora na ausência de forma. 2. Não existem regras para a forma posto que ela mesma é (nos seus limites) a própria regra. A vida corrói a forma. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1. Deus mora na ausência de forma.</p>
<p>2. Não existem regras para a forma posto que ela mesma é (nos seus limites) a própria regra. A vida corrói a forma. Essa é a forma da vida, sua própria maneira formal de ser.</p>
<p>3. A ausência de forma se manifesta no corpo como uma espécie de força não mecânica.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>No jardim das oliveiras</title>
		<link>http://www.pablocapistrano.com.br/2010/05/24/no-jardim-das-oliveras/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 11:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Capistrano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia e Pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dan Brown]]></category>
		<category><![CDATA[Ferreira Itajubá]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Nikos Kazantzakis]]></category>
		<category><![CDATA[Ribeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de Dan Brown e de Nikos Kazantzakis Ferreira Itajubá, o poeta da Ribeira, já havia entendido o papel da mulher na história de Jesus. &#8220;Caia a noite má de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Antes de Dan Brown e de Nikos Kazantzakis</strong></p>
<p><strong>Ferreira Itajubá, o poeta da Ribeira, já havia entendido o papel da mulher na história de Jesus.</strong></p>
<p><em>&#8220;Caia a noite má de quinta feira;</em></p>
<p><em>A lua cheia sob o céu brilhava,</em></p>
<p><em>E o vento de Betânia desfolhava</em></p>
<p><em>- Ramos de murta, flores de oliveira.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>O brando orvalho prateava a areia,</em></p>
<p><em>E o mar envolto em lutuosa bruma,</em></p>
<p><em>Embalava a sorrir, mundos de espuma,</em></p>
<p><em>- Longos cabelos ruivos de sereia.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>E o Nazareno de alma soberana</em></p>
<p><em>Sentado no Olivete, à noite fria,</em></p>
<p><em>Parecia escutar de Samaria</em></p>
<p><em>- Sonoros cantos da Samaritana.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>É que ele amava! e a alma angustiosa</em></p>
<p><em>Não podia esquecer a noite bela,</em></p>
<p><em>Que construíra junto ao seio dela</em></p>
<p><em>- Mágicos templos de córilo e rosa.&#8221;</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Ps.: o poema está na coletânea <em>Dispersos: poemas e prosas; </em>Organizada pelo professor Humerto Hermenegildo e Mayara Costa Pinheiro.</strong></p>
]]></content:encoded>
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